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Porto Santo, Ilha Dourada

HISTORIA DO PORTO SANTO

 

 

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3. Piratas e corsarios

 

 

Se hoje Porto Santo aparece como um pequeno paraíso, os primeiros séculos da presença humana são sinónimos de violências, pilhagens, raptos e massacres. A ilha verá passar mais ou menos os piratas e corsarios de todas as nacionalidades.

 

Primeiro ataque em 1470 de piratas castelhanos. Primeira vez, os habitantes são forçados refúgiar-se ao Pico do Castelo. Seguidamente, uma pequena fortaleza, que existe sempre hoje é construída à sua cimeira.

Sobre a cimeira vizinha, o Pico do Facho, uma vigia escruto doravante o horizonte para prevenir os habitantes da chegada de navios piratas ou corsarios.

Em 1552, é à volta de 2 navios franceses abordar a ilha dourada com intenções pouco amigáveis.

Em 1566, outra vez um corsario francês, Bertrand de Montluc entrega-se à pilhagem de Porto Santo.

Em 1595, ataca esta vez de um corsario inglês, Amyas Preston.

 

O ano 1617 vive o ataque mais violento, com o ataque de um pirata argelino, Ali Tabaqua. Mais de 900 habitantes são feitos cativos. Mais bonitas as mulheres são raptadas, violadas, forçadas dar crianças seus raptores. Algumas podem retornar à Porto Santo contra resgate.

 

Longa litania das violências não se para: 1695, 1707 e 1708 vêem novos ataques de piratas argelinos e franceses.

 

E como se aquilo não era suficiente, em 1720, uma violenta epidemia faz 150 vítimas sobre uma população de 600 pessoas. Seguidamente Porto Santo vai felizmente retornar num período calmo.

 

2. Cristovão Colombo em Porto Santo

4. Desde o século XVIII

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